sexta-feira, 29 de abril de 2011

RESERVA LEGAL NO CÓDIGO FLORESTAL DIVIDE OPINIÕES ENTRE AGRICULTORES E AMBIENTALISTAS


Ambientalistas e produtores estão muito longe de um acordo em manter uma parte das florestas nas propriedades rurais
Umas das pautas discutidas no congresso sobre o novo código florestal, são os benefícios que os agricultores terão como a dedução do imposto de renda dos gastos com a preservação da àrea, obtenção de crédito agrícola com juros menores e limites maiores dos os que não preservam e, além da contratação favorecida na comercialização da produção agrícola.
O relator da matéria,Deputado Federal Aldo Rebelo(PC do B-SP) disse que deverá incluir no seu relatório a determinação para que as propriedades de agricultura familiar tenham 7,5 metros de Àreas de Preservação Permanente (APP). Segundo ele, existem propriedades de agricultura familiar, com até 5 hectares. Com isso, ficaria inviável para essas famílias cumprirem a determinação de 15 ou 30 metros. " Não podemos retirar deles a possibilidade de continuar sobrevivendo". diz deputado.
A votação do Código Florestal está levando as bancadas ambientalistas e ruralistas a uma discussão que não vai ter fim.
De acordo com os ambientalistas, o novo código pode comprometer drasticamente o cumprimento das metas assumidas pelo Brasil de reduzir o desmatamento,principalmente na Amazônia , e as emissões de gases que causam o aquecimento global. Já os ruralistas defendem que o que já foi desmatado deve ser regularizado e que as mudanças devem valer apenas para o futuro. A Ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira participou da Conferência de Política Ambiental do Governo Federal e o Código Florestal realizado na última terça-feira (19) na Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul,na sua palestra, comentou que, o novo código florestal brasileiro vai viabilizar uma agricultura sustentável e a proteção do meio ambiente."Precisamos de legislação que seja aplicada imediatamente,por isso estamos construindo a convergência e o consenso entre todos os setores" comentou a ministra. Por outro lado, instituições de pesquisa como a Embrapa estão buscando meios juntos com os produtores. Um modelo de integrar lavoura,pecuária e florestas,é desenvolvido na Fazenda Panorama em Camaquã/RS. buscando minimizar os problemas na biodiversidade do local. Saiba como funciona este modelo de integração. Clique aqui e acompanhe a reportagem http://www.youtube.com/watch?v=pjt7kotPHzI

terça-feira, 12 de abril de 2011

PIB DO AGRONEGOCIO BRASILEIRO AUMENTARÁ ATÉ 4% EM 2011


O Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio deve crescer entre 3,5% a 4% em 2011,previsão que se confirmada, se consolida a recuperação da atividade após queda de 5,51% do PIB em 2009 quando o resultado foi influenciado pela crise financeira internacional. No ano de 2010, as projeções indicaram 7% do PIB no setor. Previsão que considera resultado acumulado até outubro que mostra crescimento de 4,67%. A Confederação da Agricultura e Pecuária no Brasil (CNA) estima que a produção no país será de 151 milhões de toneladas, volume superior ao colhido em 2010, de 149,25 milhões de toneladas. Entretanto, a confirmação da estimativa para esta safra vai depender das condições climáticas durante o período da colheita.
O estado que está realizado este ano pela excelente colheita é o Rio Grande do Sul.Conforme a Emater/Ascar-RS a safra de 2011 ,chegou a 23,62 milhões de toneladas e a àrea plantada totalize 6,405 milhões de hectares, apontando uma safra recorde. O crescimento da produção deve -se , principalmente , às culturas do arroz e do feijão. Mas a grande surpresa este ano de 2011 foi a soja com o recorde histórico ultrapassando 12 milhões de toneladas . Segundo a instituição, com estas colheitas o PIB gaúcho este ano estará em alta, e agregando pontos positivos e dando tranquilidade para a economia no Rio Grande do Sul .

quinta-feira, 31 de março de 2011

MEDIDAS DA ANVISA PROVOCAM DEBATE ENTRE FUMICULTORES E ESPECIALISTAS DA SAÚDE


As restrições à produção e comercialização do tabaco no estado e no país, que poderão ser implementadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), estão gerando manifestações entre representantes do setor fumageiro e de lideranças políticas.Em 2010 a ANVISA anunciou as consultas públicas nº 112 e nº 117. A primeira trata da adição de sabores e aromas aos produtos de tabaco e prevê a proibição de aditivos como chocolate,baunilha,morango e menta que tornam o cigarro mais palatável e, portanto, mais atrativo,especialmente para crianças e adolescentes, público alvo da indústria do cigarro. Já a consulta pública nº117 prevê advertências em maços, pacotes e caixas de produtos de tabaco e restringe a publicidade para as partes internas dos pontos de venda. Conforme o Instituto Nacional do Cancêr (INCA) http://www2.inca.gov.br, estas medidas resultam do reconhecimento de que a expansão do tabagismo é um problema mundial, que mata cerca de 5 milhões de pessoas anualmente em todo o mundo. Número esse que poderá dobrar nos próximos dez anos, caso as tendências de consumo não sejam revertidas.
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) e o Banco Mundial, o tabagismo é uma doença pediátrica , pois a idade média da iniciação é de 15 anos . E, a cada dia 100 mil jovens começam a fumar, sendo que 80% vivem em países em desenvolvimento.
Com estas ações problemas pulmonares e cancerígenos,ocasionados pela grande demanda de consumo dos cigarros poderão ser minimizados. Mas, por outro lado essas restrições poderão afetar significativamente a economia dos municípios que dependem da fumicultura.
Conforme dados da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul(FAMURS) http://www.famurs.com.br, o setor fumageiro rendeu, em 2010, R$ 56,2 milhões em ICMS aos 304 municípios gaúchos produtores de tabaco. As economias mais beneficiadas no estado são Venâncio Aires (R$ 3.730.758,09), Santa Cruz do Sul (R$ 2.670.630), Vera Cruz (R$ 2.394.173) e Candelária (R$ 2.364,838) . Além disso, para Lagoa Bonita do Sul,Herveiras,Vale do Sol,Gramado Xavier e Passo do Sobrado, o ICMS gerado pelo fumo representa mais de 50% da economia local.
Caso as medidas da ANVISA entrem em vigor, acarretarão em prejuízos diretos à manutenção da base econômica dos municípios.
Desde o inicio deste ano, parlamentares gaúchos e representantes do setor fumageiro estão mobilizados para impedir que estas medidas sejam vigoradas. A Comissão de Agricultura,Pecuária e Cooperativismo da Assembleia Gaúcha juntamente com representantes de entidades relacionadas à produção de tabaco, foram recebidos em Brasília somente na quarta-feira, 30 de março, e reuniram-se com o presidente da ANVISA Dirceu Barbano. Ele recebeu os 165 mil formulários preenchidos sobre as consultas públicas 112 e 117. Os documentos expressam sugestões a favor da produção e comercialização do fumo Burley. Na reunião, Barbano garantiu que o colegiado da agência não tomará nenhuma decisão, que vá contra às políticas públicas do governo. Afirmou que qualquer decisão deverá levar em conta o impacto econômico.

terça-feira, 22 de março de 2011

DO GADO À UVA A VITIVINICULTURA NA REGIÃO DA CAMPANHA NO RS








A produção de uvas vem ganhando espaço onde a pecuária era a principal cultura



O Brasil é, atualmente, o 16º produtor mundial de vinho e o 5º maior consumidor do planeta. No sul e sudeste de nosso país, a produção de uvas é semelhante as clássicas regiões vitivinícolas européias. Com uma colheita por ano no verão e, um período de repouso dos vinhedos no inverno. Hoje a produção de vinho está esparramada por mais de 10 estados e regiões do país. Como exemplo, as regiões do nordeste por ter clima semi-árido, na região do Vale do São Francisco precisamente nos estados de Pernambuco e Bahia surgiram novidades como colheitas sucessivas durante o ano. Esta diversidade é única no mundo. Em um só país ,vários sabores,aromas e diferentes peculiaridades podem ser encontradas dependendo da região onde o vinho é elaborado.



vista típica da Campanha Gaúcha-cortesia Miolo Wine Group


O Rio Grande do Sul, com a tradicional serra gaúcha e seus vinhedos, tem mais uma região aliada a produção de vinhos é na metade sul do estado gaúcho na região da campanha próximo aos paises vizinhos Argentina e Uruguai. Esta região até então sempre foi ligada a atividade pecuária. O pampa gaúcho e suas pastagens nesta região agora dividem seu espaço para o cultivo de videiras espalhadas na imensidão pampeana. Por propiciar uma temperatura média de 17,6ºC e 20,2ºC e a umidade relativa do ar situando entre 71% e 76%. Apresenta uma diversidade ambiental que oportuniza a produção de uvas que originam vinhos com diferentes características de tipicidade dentro da própria região de acordo com as condições climáticas específicas de cada zona de produção. A região da campanha,atualmente com aproximadamente 1500 hectares consolidou-se como produtora de vinhos finos através de um projeto realizado em 1980 através de uma empresa multinacional no município de Santana do Livramento,na fronteira com o Uruguai. Com excelente clima local para atividade de vitivinicultura e, investimentos em tecnologia e a vontade das empresas, a região da campanha vem se destacando e, hoje já produz vinhos de grande qualidade que vêm surpreendendo a vinicultura brasileira. Conheça mais sobre as vinícolas da campanha gaúcha acesse:http://www.sitedovinhobrasileiro.com.br/

quinta-feira, 17 de março de 2011

O BRAFORD NO PAMPA GAÚCHO


Mais qualidade na pecuária gaúcha a raça Braford chegou para ficar









O surgimento desta raça foi em 1947 nos EUA. Nasceu do cruzamento de vacas Brahman e touros Hereford - Brahman. Embora uma linha de sangue não relacionada se formou na Austrália em 1946. Na década de 60 no Brasil, no ano de 1967, o pecuarista gaúcho Rubem Silveira Vasconcellos de Rosário do Sul/RS, iniciou a importação de Zebuínos americanos da raça Brahman visando cruzá-los com bovinos. Logo, os criadores de gado do Rio Grande do Sul, começaram a perceber as vantagens deste cruzamento. Na década de 80, a Associação de Criadores de Hereford e a EMBRAPA-Pecuária Sul Bagé/RS, introduziram a raça Braford no país, tornando-se raça registrada em 1993 pelo Ministério da Agricultura . O Braford, existe em todos os países de pecuária extensiva relevante e, sendo presença atuante na Austrália, Argentina, África do Sul, Estados Unidos e Brasil. As características marcantes da raça Braford são precocidade, temperamento dócil e velocidade de ganho de peso do Hereford com a resistência, rusticidade e longevidade do Brahman. Outra característica dos Brafords é a resistência a insetos, por causa do aumento das glândulas sudoríparas e pele oleosa, herdada do seu patrimônio Brahman. O Médico Veterinário da Merial Brasil -Saúde Animal e Coordenador de Contas Pecuaristas na Região de Santa Maria/RS, Leandro Silva comentou que, os brafords possuem uma maior resistência aos ectoparasitas como mosca do chifre, berne , piolhos sugadores e mastigadores e, principalmente carrapatos. O que leva a uma menor Casuistica de tristeza parasitária bovina (doença transmitida pela saliva do carrapato, moscas e outros vetores como agulha. Outros pontos positivos comentados pelo Veterinário é que a raça possui alta conversão alimentar, precocidade sexual e precocidade de abate. Leandro também salientou que, toda raça feita de cruzamentos absorventes traz também características indesejáveis do zebuíno como temperamento, prepúcio longo, carcaça com menor deposição de gordura. Enfim, pontos considerados negativos se comparados as raças européias. Porém, ainda são motivos de estudos e manejos dirigidos, que estão cada vez mais melhorando a qualidade desta excelente raça. Comentou Leandro.

A qualidade da carne, é outro ponto apresentado por esta raça, que tem carcaça bem conformada,bom perfil muscular alto e rendimento nos cortes. E , o mais importante, tendo cobertura de gordura e marmorização,o que garante o sabor e suculência. O Braford é uma raça sintética formada de 3/8 de sangue Zebuíno (Tabapuã) e 5/8 de sangue europeu (Polled Hereford) . A Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB)http://www.hereford.com.br/, vem trabalhando no seu aperfeiçoamento genético através de diversas parcerias com importantes instituições de pesquisa no país, que fazem com o que o Braford continue evoluindo e conquistando não somente criadores gaúchos, mas de todo o país.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

A AGROECOLOGIA NA AGRICULTURA FAMILIAR

A agroecologia uma alternativa sustentável e saudável para o pequenos produtores rurais



Deixar de produzir com agrotóxicos e técnicas que agridem a natureza, é a nova maneira de se fazer agricultura de base ecológica. No Brasil, o segmento ainda é timido, tanto no que diz respeito aos números de propriedades que passaram pelo processo de transição, quanto a projeção de seus produtos no mercado interno. A agricultura familiar, vem sendo trabalhada com estas novas propostas economicamente viável e ecologicamente sustentável. Cerca de 60% dos alimentos consumidos pela população brasileira são produzidos por agricultores familiares.

Conforme o último Censo Agropecuário, a agricultura familiar responde por 37,8% do valor bruto da produção agropecuária. De acordo com a Secretaria de Agricultura Familiar,aproximadamente 13,8 milhões de pessoas trabalham em estabelecimentos familiares, o que corresponde a 77% da população ocupada na agricultura.
Perante o processo de exclusão do meio rural e de homogeinização das paisagens de cultivo, as práticas agroecológicas podem ser vista como resistência da agricultura familiar, onde se baseiam na pequena propriedade, na força do trabalho familiar, em sistemas produtivos complexos e diversos , adaptados às condições locais e ligados as redes regionais de produção e distribuição de alimentos. A utilização dos recursos minerais do solo, adubos naturais e outras alternativas ligadas a natureza fazem com que os produtores rurais percebam que estas técnicas voltem a ser trabalhadas na forma tradicional como era no princípio das atividades rurais de subsistência.
Várias organizações não governamentais e movimentos espalhados pelo Brasil articulam no sentido de organizar e formar novos agricultores familiares utilizando a agroecologia. Um dos exemplos é o CAPA Centro de Apoio ao Pequeno Agricultor, uma organização não governamental preocupada em respeitar a diversidade biológica, étnica e cultural. Vem desde 1978, trabalhando com a gricultores familiares,assentados, quilombolas,indígenas,pescadores profissionais e artesanais. Organizando associações comunitárias e cooperativas. A sua atuação compreende em diferentes regiões dos estados do Paraná,Rio Grande do Sul e Santa Catarina com equipes técnicas que trabalham nas áreas da agricultura,saúde,administração e comunicação. Prestando assessoria na organização social e política na formação e na produção econômica das famílias beneficiadas. O resgate dos saberes tradicionais, e os avanços nos estudos científicos na área da agricultura ecológica, são alternativas fundamentais para construção de modelos de desenvolvimento mais sustentáveis e incentivando principalmente as pequenas famílias de baixa renda no meio rural.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

AS MATAS CILIARES NO RIO GRANDE DO SUL

A conservação e a manutenção deste importante ecossistema no RS preocupa ambientalistas.



As Matas Ciliares são formações vegetais que se encontram nas margens dos rios, córregos, lagos, represas e nascentes. Também conhecida como mata de várzea, mata de galeria . Apesar de serem protegidas pela legislação Federal, são intensamente destruidas pela utilização em atividades agropecuárias, loteamentos e construção de hidrelétricas. Estes danos contribuem para diminuição de espécies nativas como aves e plantas e animais silvestres. A mata ciliar tem esse nome por ter uma semelhança dos "cilios" dos olhos como proteção. Sem as matas ciliares acontecem assoreamentos e erosões nas margens dos rios, aumentos de pragas e doenças nas lavouras e, contribuindo nas alterações climáticas (chuvas e aumento de temperatura).

As instituições de pesquisa agropecuárias como A Embrapa e Emater/RS vem trabalhando na recuperação e conservação, juntamente com produtores rurais que tem em sua propriedade este ecossistema tão importante. Outra instituição que tem uma importante atuação é o Ministério Público do Rio Grande do Sul que elegeu como prioridade, as bacias hidrográficas. Visando promover a articulação regional entre promotorias de justiça, poder público e a sociedade civil, favorecendo a construção de uma agenda ambiental positiva voltada aos problemas enfrentados que não atingem apenas uma comunidade, mas toda a bacia hidrográfica. A Promotora de Justiça do Ministério Público Gaúcho Ximena Cardozo Ferreira comentou, que o MP vem atuando nestas àreas desde 2008 através das redes ambientais -reuniões de todas as promotorias de justiça com atribuições ambientais existentes em cada uma das bacias hidrográficas existentes no estado. A Promotora coordenou a rede ambiental do Vale dos Sinos desde sua criação até o final do ano de 2010.

"No desenvolvimento deste trabalho de articulação interinstitucional, tive a oportunidade de ver surgir o projeto "VerdeSinos", apartir da evolução do projeto piloto de recomposição da mata ciliar na bacia hidrográfica do Rio dos Sinos, sob coordenação do comitesinos (comitê de Bacia )". Diz a Promotora.

O projeto conta com parcerias de empresas de pesquisa agropecuária ,sindicatos de trabalhadores rurais,prefeituras municipais e universidades. Com estas parcerias O Ministério Público Gaúcho, além de ter como objetivo final a restauração das matas ciliares, leva a comunidade de um modo geral a entender a importância de defender e preservar estes corredores ecológicos tão importantes, a exemplo deste citado na região do Vale dos Sinos no Rio Grande do Sul.
A preocupação com as bacias hidrográficas, é visto pelo motivo que estas aguas são acompanhadas pelas margens das matas ciliares . Esta vegetação que se encontra na beira dos rios destas matas é de grande importância. É como se fosse filtros para manter a agua purificada e servindo para reduzir os poluentes quimicos que são jogados nos rios.
Conforme os estudos da Universidade Federal de Pelotas (UFPEL) a bacia hidrográfica do Arroio Pelotas no município de Pelotas/RS, foi constatado mais de 106 espécies de plantas nativas e 519 espécies de árvores nativas. Mas nos ambientes estudados as preocupações estão ligadas a uma grande degradação nestas espécies florísticas, onde o maior impacto é ligado as pequenas propriedades rurais como pecuária de bovinos de leite, lavouras de milho, feijão e fumo e como também na àrea da orizicultura e pecuária. A manutenção e conservação destas matas são de extrema importância para biodiversidade não somente do estado do Rio Grande do Sul. Os demais estados brasileiros também vem trabalhando e monitorando a preservação destes locais.